Aprendi esta semana que a superficialidade era uma das características da multidão que seguia a Cristo, descrita numa passagem da Bíblia Sagrada, conforme o Apóstolo João declara no Evangelho Cap. 6. As pessoas, que ali estavam, o procuram sem compromisso algum. Não tinham afinidades e nem relacionamento com o Senhor. Eram interesseiras por causas próprias. Buscavam Jesus pelo que Ele podia "dar", não pelo que Ele "era" (Jo 6.26).
Hoje, muitas não diferem daquelas. Gente assim ainda existe. Devemos, e sempre, valorizar as pessoas pelo que elas são, não pelo que elas tem a oferecer. Lucros, vantagens e jeitinhos são características de quem dificilmente valoriza ou divide alguém que tem um caráter de bom na sociedade. Jesus, conhecendo os corações, discursou. Falou sobre a eternidade, e que escolhessem conhecer e por em prática as suas "palavras de espírito e vida" (Jo 6.63). Os seus discípulos escolheram bem quando o Mestre lhes perguntou: "Porventura, quereis também vós outros retirar-vos?" (Jo 6.67). Eles responderam: "Para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna." Grande foi esta confisão de Pedro, especialmente nas horas mais difíceis naquele momento que estavam juntos ali. Pois, muitas daquelas pessoas superficiais o abandonaram. Bem-aventurados são os que nas lutas decidem pelo Justo e Fiel Consolador que nos conforta de toda dor causada pelos vacilos destas pessoas.
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